Recuperação de Dados RAID

Departamento dedicado que pode funcionar 24 horas exclusivamente para recuperação de dados em sistemas RAID.

Recuperar RAID

A recuperação de dados em RAID é um processo realizado com a finalidade de recuperar informações que foram perdidas ou ficaram inacessíveis em sistemas RAID e Storages.
A Digital Recovery trabalha incansavelmente desde meados de 2003 no desenvolvimento de tecnologias avançadas para recuperação de dados em sistemas RAID dos mais variados tipos, com qualquer volumetria e, seja qual for o sistema operacional e o seu sistema de partição.
Somos seguramente a primeira empresa brasileira que dominou completamente essa tecnologia. Mesmo em situações críticas onde tenha dois ou mais discos com problemas físicos, em casos de ambientes virtualizados com máquinas virtuais deletadas, corrompidas ou atacadas por ransomware, nós temos a expertise e a tecnologia necessária para ajudar no projeto de recuperação dos dados.

Perda de Dados em RAID? Veja as Principais Causas

Um departamento de TI ou um Data Center devem possuir todos os recursos de hardware, software e peopleware com skills necessários para conseguirem armazenar e disponibilizar o bem mais precioso de uma empresa com a devida segurança.
Este bem precioso que estamos falando são os dados comerciais, tecnológicos e administrativos de toda empresa. Hoje em dia os dados são considerados o novo petróleo do mundo.
Essa estrutura normalmente é composta por servidores de alta performance, storages dos mais diversos tipos, contendo uma ou mais enclosures, conectividade interna e conexões de internet de alta velocidade, além de um conjunto de appliances, ferramentas de software e profissionais especializados para garantir que essas informações não serão acessadas, alteradas, roubadas ou apagadas, seja por acessos indevidos, concorrentes ou crackers/hackers.
Infelizmente em tecnologia nem sempre as coisas funcionam como o planejado e mesmo com todo este aparato, perdas de dados poderão acontecer. Tentamos reunir neste documento as principais causas de perdas de dados em ambientes contendo servidores e storages, arquitetados por sistemas RAID de proteção de dados.

Os principais problemas envolvendo perda de dados por exclusão de informações ocorrem por engano, de forma intencional caracterizando sabotagem ou criminosa. Dependendo do sistema operacional e das suas configurações, o usuário poderá facilmente recorrer ao recurso conhecido como lixeira de arquivos, porém, em casos de arquivos grandes, como máquinas virtuais ou banco de dados, nem sempre é possível recuperar o arquivo da lixeira. Caso o usuário opte por usar um software de recuperação de dados, alguns passos devem ser observados cuidadosamente. Em nossa experiência para realizar uma tentativa segura de recuperação de arquivos apagados, pelo menos três cuidados precisam ser atentamente observados. Veja a seguir:

1) Não grave, escreva ou instale absolutamente nenhum software no volume onde ocorreu a perda dos dados. Se o volume onde ocorreu a perda dos dados é o sistema operacional da máquina, desligue a mesma, retire o disco e coloque como secundário em um outro servidor.

2) Caso o software que você esteja utilizando encontre o arquivo, jamais copie o mesmo para o local de origem. Tanto a cópia quanto os testes do arquivo devem ser realizados em outro volume de dados, para assim, evitar uma sobreposição dos dados.

3) Somente copie o arquivo recuperado para o ambiente de origem quando o mesmo estiver devidamente testado e certificado que esteja 100% funcional e que você não precise de mais nenhuma informação do volume de origem.

Se o usuário ou o profissional de TI não seguir esses passos, os blocos de dados onde o arquivo estava armazenado poderão ser sobrepostos por outras informações. Se isso acontecer, é muito provável que os dados não poderão mais ser recuperados nem mesmo por laboratórios especializados na área de recuperação de dados como a Digital Recovery.

 

Mudanças, realocações de volumes, tentativas de otimização de espaço e upgrades de equipamentos podem resultar em acidentes de exclusão de partição ou formatação de volumes acidentalmente.

Em caso de volumes excluídos seguidos de formatação das partições a única saída é recorrer aos backups. Caso os backups não estejam atualizados e funcionais, a melhor opção é consultar uma empresa especializada em recuperação de dados.

Servidores, storages e softwares foram projetados para serem uma matemática exata, porém, nem sempre é exatamente isso que acontece na prática. Problemas com oscilações elétricas, bugs de sistemas e problemas em hardware podem resultar na corrupção das informações. 

Tentativas bem intencionadas em resolver o problema, porém sem o conhecimento necessário, podem resultar em problemas ainda maiores. Como exemplo, podemos citar a tentativa de realização de um processo de rebuild com um disco desatualizado. 

Isso irá fazer com que informações de paridade atuais sejam substituídas por informações antigas de um disco que provavelmente já havia sido descartado pela controladora RAID.

Isso acontece quando uma informação importante é excluída e, antes que ela seja recuperada, outra informação é gravada exatamente no mesmo endereço físico onde a informação excluída estava. Somente um profissional de recuperação de dados experiente poderá fazer uma análise detalhada para certificar se isso realmente aconteceu. 

Se a informação a ser recuperada foi completamente sobrescrita, embora existam diversos boatos na internet dizendo que ainda é possível recuperá-las, nós não conhecemos ainda nenhuma tecnologia disponível no mundo capaz de recuperar esses dados, pois é imprescindível que qualquer informação para ser recuperada, precise de estar presente necessariamente na unidade de armazenamento, ainda que não esteja acessível por meios convencionais. 

Quando uma informação é sobreposta ela literalmente deixa de existir naquele dispositivo de armazenamento.

Uma empresa especializada em recuperação de dados normalmente é a última esperança para viabilizar a recuperação dos dados perdidos. Infelizmente antes do caso chegar até nossas mãos, inúmeras tentativas desesperadas para solucionar o problema já aconteceram. Nessas tentativas, no anseio para resolver o problema, muitas vezes procedimentos errados podem ser executados. 

Cerca de 15% dos casos que recebemos normalmente tem algum tipo de imperícia durante o processo de disaster recovery. Os casos de imperícia que mais acontecem nas perdas de dados em sistemas RAID ocorrem durante processos de Rebuild, recriação de array ou realinhamento de paridade. O processo de realinhamento da paridade ou da redundância proporcionada pelo nível de RAID escolhido, ocorre quando um Array provido por um mecanismo de segurança, comumente conhecido como redundância, sofre falha em um ou mais discos.

 Ao invés de trocar o disco com problema, o operador pode erroneamente tentar recriar o array para ver se o mesmo volta a funcionar corretamente. Imagine um Array em RAID 5 com 14 discos contendo 2 discos com problema ao ponto de deixar os 2 discos no modo offline ou defunct (DDD). Como o array tem 2 discos com falha, não há possibilidades do mesmo voltar a funcionar de forma íntegra. Se o usuário tentar recriar o Array e reinicializar o storage, somente será possível recriar um Array em RAID 5 com 12 discos, pois 2 estão com problemas.

 Ao fazer isso, a controladora RAID irá detectar que há inconsistência na paridade e irá iniciar o processo de realinhamento da paridade ou um processo conhecido como Data Scrubbing, pois a paridade de um conjunto de 14 discos é completamente diferente da paridade de um conjunto com 12 discos. Se isso acontecer os dados serão literalmente triturados e ficarão sem qualquer possibilidade de recuperação.

 

Normalmente os sistemas em RAID possuem em sua estrutura o suporte para redundância de um, dois ou mais discos. Na lista de exceção estão o RAID 0 e o JBOD. Essa redundância é a possibilidade do sistema continuar funcionando de forma degradada mesmo se um ou mais discos falharem, porém, se o mesmo tiver problemas em um número de discos além do suportado para o tipo de RAID em funcionamento, o sistema fatalmente irá parar de funcionar.

Exemplo: Se um sistema com RAID 5 tiver problemas em dois ou mais discos ao mesmo tempo, uma vez que um sistema em RAID 5 foi projetado para ter redundância de somente um disco, o sistema irá parar de funcionar imediatamente.

Quando o disco de um sistema RAID com redundância, apresenta algum tipo de falha, o sistema RAID irá emitir imediatamente uma notificação de problemas em discos. É recomendado que assim que a notificação for exibida o disco seja rapidamente substituído.

Os grandes fabricantes recomendam a troca em até 24h. Assim que o disco for substituído, será iniciado o processo de Rebuild das informações e da paridade, ou seja, o próprio sistema RAID irá utilizar informações de paridade que estão armazenadas em outros discos para reconstruir as informações do disco que acabou de ser inserido no array.

Este é um momento crítico e que dependendo do tamanho do disco e uso do array, pode demorar algumas horas para ser concluído. Se o array não tem mais discos de redundância e outro disco do array falhar antes do rebuild terminar, ocorrerá a paralisação completa do array e as informações ficarão completamente inacessíveis.

Os sistemas RAID foram projetados para fornecer a maior segurança possível no quesito armazenamento de dados. E convenhamos, ao implementar estes sistemas o número de problemas com  perda de dados são reduzidos drasticamente. É comum recebermos clientes em nossa empresa que passaram pela experiência de dois ou mais discos caírem ao mesmo tempo. O intrigante motivo dessa fatalidade  é relativamente fácil de explicar. 

Imagine um carro de Fórmula 1 que depois de dar inúmeras voltas em um circuito de corrida, um dos pneus fura repentinamente. O motivo desse incidente é porque mesmo sendo projetado para um circuito de corridas, a vida útil do pneu acabou antes dele ser trocado. Nesse momento o carro vai se arrastando lentamente para os boxes. Ao chegar nos boxes a equipe rapidamente providencia a troca de todos os pneus, pois mesmo que somente um dos pneus esteja furado, assim como o primeiro, todos os demais pneus estão com altos níveis de desgaste correndo o risco de furar a qualquer momento. Com os discos rígidos acontecem a mesma coisa. 

Normalmente os discos de um volume RAID são utilizados de forma igual e submetidos ao mesmo nível de estresse durante a leitura e escrita de dados (E/S). Isso irá gerar em todos os discos o mesmo nível de desgaste. Quando um dos discos parar de funcionar porque chegou o fim de sua vida útil, significa que assim como os pneus de um carro de Fórmula 1, todos os demais discos também já estão desgastados e podem parar de funcionar a qualquer momento. 

Nossa recomendação é que se um dos discos do storage parou de funcionar, deve-se fazer uma avaliação detalhada em todos os demais discos para certificar se ainda estão em condições normais de uso. Em nosso laboratório já chegaram sistemas RAID para recuperação de dados que tinham vários discos com problemas, ou seja, ocorreu a fatalidade de vários discos falharem ao mesmo tempo. 

 

Sem sombra de dúvidas, os crimes cibernéticos têm sido a maior dor de cabeça na área de segurança dos dados em uma empresa. Gerentes de TI e Analistas de Segurança da Informação têm perdido o sono com estas ameaças. Infelizmente, a robustez e grandeza não intimidam os hackers que continuamente conseguem quebrar a segurança destas empresas. 

Atualmente o pior tipo de ataque cibernético são os Ransomwares. Este tipo de ataque é baseado na invasão da rede de computadores, acesso aos servidores de arquivos, criptografia dos dados e em seguida procedem com o pedido de resgate. Este pedido de resgate é para os hackers entregarem a senha de criptografia para descriptografar os dados da própria vítima.

A controladora RAID ou server controller é um hardware especificamente projetado para o processamento de informações dos volumes e partições de um Array. A placa controladora possui dentre outras duas principais funções: A primeira delas é realizar todos os cálculos referentes ao processamento de dados e armazenamento das informações da paridade nos arrays.

 A segunda função é armazenar os dados de configuração dos Arrays criados e gerenciados pela própria controladora. Uma técnica comum utilizada pelas controladoras para se resguardar de problemas, é armazenar os dados dos arrays gerenciados em áreas reservadas nos próprios discos que ela utiliza para criar os arrays. 

Sendo assim, caso uma controladora apresente problemas, uma nova controladora poderá ser instalada e recuperar os dados de configurações armazenados nos discos do array evitando que ocorra a perda dos dados. Normalmente essa região do disco é conhecida como DACStore.

Existem vários outros tipos de problemas envolvendo discos rígidos como queima de circuitos eletrônicos, quebra de cabeças de leitura, danos a superfície dos discos (Pratos do HD), Bad Blocks – setores defeituosos, travamento do motor, queima do motor, problemas ocasionados por quedas ou impactos, problemas de firmware, desgaste natural da mídia, pratos riscados, problemas com água, problemas com fogo, etc. Este e outros problemas serão abordados na parte de problemas em discos individuais.

Tipos de RAID

O que é RAID? O significado da palavra RAID é Redundant Arrays of Independent Disks ou Matriz Redundante de Discos Independentes. Essa é uma tecnologia desenvolvida para aumentar a performance, segurança e capacidade de armazenamento em ambientes envolvendo servidores, storages, Data Centers e Cloud Computing. 

A tecnologia em questão começou a ser desenvolvida por pesquisadores da universidade de Berkeley (Califónia-EUA) em meados dos anos 80. Tal tecnologia se baseia na sincronização de vários discos rígidos (HDs), sejam eles SATA, SSHD, Nearline, SAS e FC [Fibre Channel], para formar um ou mais discos lógicos visualizados tanto pela controladora RAID quanto pelo sistema operacional escolhido para usar o volume lógico. 

A implementação dos sistemas RAID aliados a virtualização de sistemas, storages escalonáveis contendo tecnologias como All Flash Storage e uma internet de alta velocidade, viabilizaram a criação dos departamentos de TI On Premise, Data Centers e a tão falada Cloud Computing, onde se alocam aplicações críticas para o negócio, como por exemplo grandes ERPs como TOTVS, SAP e outros.

Por Que Escolher a Digital Recovery para Recuperar RAID?

A Digital Recovery é uma empresa especializada em recuperação de dados em sistemas RAID. Criamos uma divisão dedicada para atender de forma exclusiva ambientes de alta complexidade. 

Essa unidade de negócio é conhecida como Data Center Recovery Services e, é especializada em recuperar dados de sistemas RAID (0, 1, 10, 5, 50, 6, 60, vRAID, RAID-Z e JBOD), Storages (NAS, DAS e SAN) com Host Channel iSCSI, SAS e FC [Fibre Channel] dos mais variados fabricantes como HP/HPE, Dell/EMC e IBM/Lenovo, Bancos de Dados (Microsoft SQL Server, Oracle, MySQL, PostgreSQL, MariaDB, Firebird, DB2, Informix, Caché e Btrieve) e máquinas virtuais (Microsoft Hyper-V, VMware, Citrix XenServer, Proxmox e Acrópolis). 

Mesmo que você tenha recebido um diagnóstico negativo por parte de uma empresa de recuperação de dados, nós ainda temos total disponibilidade em analisar o seu caso.

Desenvolvemos tecnologias de software e hardware que nos capacitam a atuar com precisão e agilidade nos processos de diagnóstico avançado e recuperação dos dados. A criação dessas tecnologias – inúmeras delas de uso exclusivo e proprietário – fizeram com que a Digital Recovery sempre se mantivesse na vanguarda. 

Uma de nossas tecnologias, denominada Tracer, é capaz de gerar resultados diferenciados na recuperação de dados em Máquinas Virtuais, Bancos de Dados e Sistemas RAID. Através de milhões de cálculos e análise de milhões de registros, essa tecnologia possibilita reduzir drasticamente o tempo de execução dos projetos, bem como  aumentar para quase 100% os índices de sucesso. 

Somos uma empresa brasileira com filial na Alemanha. Outras parcerias para troca de informações e compartilhamento de tecnologias são realizadas entre empresas que estão em países como Estados Unidos, Rússia e Ucrânia. 

Além de prestar serviços para governos, instituições financeiras e empresas de pequeno, médio e grande porte, a Digital Recovery também presta serviços para outras empresas que também atuam na área de recuperação de dados. 

Caso os seus dados estejam armazenados em algum dispositivo localizado fora dos países onde temos laboratórios, nós temos a tecnologia que nos possibilita avaliar e recuperar os seus dados remotamente. Se este é o seu caso, por favor, consulte nosso departamento 24×7. 

Caso você necessite, nós também podemos fornecer um acordo de confidencialidade (NDA – Non-Disclosure Agreement) em um idioma de sua preferência. Importante mencionar que o nosso NDA já está adaptado tanto para a LGPD quanto para a GDPR. Por favor fale sobre isso com um de nossos especialistas.  

Tendo completa ciência dos níveis de pressão e urgência existentes nos ambientes de Data Centers e Cloud Computing, nós também oferecemos um atendimento em modo de urgência 24×7. Este tipo de atendimento disponibiliza aos nossos clientes a possibilidade de realização de serviços 24 horas por dia 7 dias por semana nos 365 dias do ano.

 

Inovando Desde 1998

Para cada caso que entra em nossa empresa mantemos firme a filosofia de sempre acreditar que será possível.

mapa-numeros

18 mil

RECUPERAÇÃO HD / SDD

7 mil

RECUPERAÇÃO RAID

3 mil

RECUPERAÇÃO TAPE

250

RECUPERAÇÃO RANSOMWARE

Nossos Diferenciais

Diagnóstico Gratuito

Diagnóstico avançado gratuito, com resultado em até 24 horas úteis. Data Center sujeito a alterações.

Confidencialidade dos Dados

Utilizamos o contrato de confidencialidade dos dados (NDA) como a forma mais profissional de garantir descrição, seriedade e lealdade.

Acompanhamento Online

Você receberá feedbacks em tempo real durante todo o processo de execução dos serviços contratados.

Recuperação Remota

Para quem necessita de agilidade e praticidade, pois não é necessário enviar a mídia, pagar frete e segurança.

Prancheta 6

Listagem e Double-Check

Liberamos um ambiente 100% seguro para que sejam listados os dados recuperados e efetivamente realizem uma checagem com o seu departamento de TI.

Prancheta 2

Equipe Multidisciplinar

Técnicos especializados em recuperação de dados, que estão preparados para lidar com todos os tipos de ambientes e hardwares.

Nossos Clientes

clientes

Depoimentos

Classificação do Google

5/5

Nota 4.9/5

Já Recebeu um Diagnóstico Negativo?

Se o seu projeto teve um diagnóstico negativo ou o mesmo está com um tempo de execução que não atende as suas expectativas, nós aceitamos o desafio de analisar o seu caso.

Nossos Parceiros

Fabricantes de Dispositivos de Armazenamento

Fabricantes de Appliances

seagate
wd
toshiba
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FAQ - Recuperar RAID

O acrônimo RAID significa Redundant Arrays of Independent Disks ou Matriz Redundante de Discos Independentes. Essa é uma tecnologia desenvolvida para aumentar a performance, segurança e capacidade de armazenamento em ambientes envolvendo servidores e storages On Premise, Data Centers e Cloud Infrastructure. A tecnologia em questão começou a ser desenvolvida por pesquisadores da universidade de Berkeley (Califónia-EUA) em meados dos anos 80. Tal tecnologia se baseia na sincronização de vários discos, sejam eles SATA, SSHD, Nearline, SAS e FC [Fibre Channel], para formarem um ou mais discos lógicos visualizados tanto pela controladora RAID quanto pelo sistema operacional escolhido para usar o volume lógico. A implementação dos sistemas RAID aliados a virtualização de sistemas, storages escalonáveis contendo tecnologias diferenciadas como All Flash Storage e, uma internet de alta velocidade, viabilizaram a criação dos departamentos de TI On Premise, Data Centers e a tão falada Cloud Computing, onde se alocam aplicações críticas para o negócio, como por exemplo grandes ERPs como TOTVS, SAP e outros. Existem vários tipos de RAID e, os mais utilizados respectivamente são RAID 5, RAID 1, RAID 10, RAID 6 e RAID 0.

Na grande maioria dos casos sim, é perfeitamente possível a recuperação dos dados de forma íntegra e estruturada, inclusive a Digital Recovery é uma empresa especializada em recuperação de dados em todos os tipos de sistemas RAID, independente do sistema operacional e do hardware que o agrupamento lógico de discos está atrelado. Não importa o tamanho de sua empresa ou quanto complexa seja a estrutura de seus servidores e storages. Nossos profissionais, com experiência internacional, serão capazes de solucionar o seu problema com maestria. Para sua maior tranquilidade, confiança e segurança, sugerimos a visualização da nossa lista atualizada de clientes, depoimentos e atestados de capacitação técnica fornecidos por órgãos federais que já foram atendidos com sucesso em projetos envolvendo sistemas RAID.

As situações mais corriqueiras que fazem com que os dados fiquem inacessíveis e ocorram perdas de dados em RAID são:

 

  • Danos físicos ocorridos na controladora RAID
  • Danos físicos ocorridos na system board do servidor
  • Alterações indevidas nas configurações da controladora RAID
  • Problemas encontrados em um ou mais discos ao mesmo tempo
  • Problemas na inicialização do sistema operacional
  • Perda da ordem sequencial dos discos
  • Corrupção de dados em partições do tipo GPT ou MBR
  • Problemas ocorridos nas tentativas Rebuild de um ou mais discos com problemas
  • Recriação indevida tanto do RAID quanto do volume lógico atrelado ao array
  • Problemas apresentados durante um processo de increase capacity
  • O RAID foi recriado ou reinicializado com uma configuração diferente.

Em praticamente todos os casos é possível recuperar os dados de forma íntegra e estruturada. Alguns poucos casos envolvendo sobreposição de dados e falhas muito extensas em discos mecânicos limitam um pouco a nossa atuação e, consequentemente, a efetividade do projeto. Mesmo em casos de tentativas frustradas realizadas por outras empresas especializadas em recuperação de dados, ainda assim pode ser possível recuperar os dados. Algumas empresas, quando em situação de impossibilidade de recuperação, fugindo totalmente da ética e do bom senso, afirmam ser completa perda de tempo reenviar os discos para outras empresas especializadas para novas tentativas de recuperação. Contrariando tais afirmações, atualmente cerca de 40% dos discos recebidos nessa situação, felizmente são recuperados. O fato de um disco ter sido aberto em um local impróprio, estar sujo internamente e cheio de marcas de dedos (digitais), não quer dizer que o mesmo não possa ser recuperado. Embora seja um trabalho ainda mais difícil e que exigirá um maior esforço do nosso departamento de engenharia, acreditamos que em alguns casos a recuperação ainda será possível.

A estrutura dos sistemas RAID está pautada em três grandes diferenciais. (1) Segurança (2) Performance e (3) Aumento da capacidade dos dispositivos dedicados para armazenamento de dados. A controladora RAID é um hardware especificamente projetado para o processamento de informações dos volumes e partições de um Array. A placa controladora possui dentre outras, duas principais funções: A primeira delas é realizar todos os cálculos referentes ao processamento de dados e armazenamento das informações da paridade nos arrays. A segunda função é armazenar os dados de configuração dos Arrays criados e gerenciados pela própria controladora. Uma técnica comum utilizada pelas controladoras para se resguardar de problemas, é armazenar os dados dos arrays gerenciados em áreas reservadas nos próprios discos que ela utiliza para criar os arrays. Sendo assim, caso uma controladora apresente problemas, uma nova controladora poderá ser instalada e em seguida executar os comandos necessários para ler os dados de configurações armazenados nos discos do array evitando que ocorra a perda dos dados. Normalmente essa região do disco é conhecida como DACStore. Se de fato o problema estiver na controladora, por conta das proteções relatadas anteriormente, é muito provável que o ambiente volte a funcionar normalmente. Porém se tiver algum problema nas informações gravadas nos discos os dados continuarão inacessíveis.

Nós compreendemos bem os transtornos e prejuízos que a interrupção de um servidor e storage RAID pode causar ao seu negócio. Pensando nisso, nós criamos um departamento com funcionamento 24 horas por dia, totalmente voltado para atender clientes que possuem extrema urgência na recuperação de dados em sistemas RAID.

 

Assim que os discos de um servidor ou storage RAID entrarem em nosso laboratório, o processo de diagnóstico avançado se inicia imediatamente. O processo de diagnóstico avançado normalmente dura entre 4h e 8h. Assim que o mesmo for concluído, o cliente será informado sobre as possibilidades de recuperação dos dados, os valores envolvidos, bem como o tempo estimado para a recuperação.

 

O prazo médio para recuperação de dados em servidores e storages RAID na Digital Recovery é de aproximadamente 36h, porém em alguns casos, projetos já foram solucionados em menos de 12h. Dependendo da complexidade do problema e o tipo de solução a ser adotada, o tempo para recuperação de dados poderá se alongar por alguns dias, porém, a todo momento um especialista estará em contato com o ponto focal do cliente, para assim, reportar de forma minuciosa todas as movimentações realizadas.

Nós recomendamos que ao retirar os discos do servidor, caso seja possível, que seja anotada cuidadosamente a ordem sequencial dos mesmos. Embora seja perfeitamente possível recuperar dados mesmos em situações onde ocorreu a perda da ordem sequencial dos discos, a observação deste procedimento irá possibilitar retornar os discos ao servidor na ordem correta (caso necessário) e fará com que o processo de recuperação de dados seja mais rápido e mais assertivo. Para ambientes envolvendo storage, recomenda-se habilitar o recurso “Prepare To Remove Physical Disk” por questões de segurança.

Não. Para ser configurado como hot spare o disco precisa ser de mesmo tamanho ou maior. O ideal é que ele seja idêntico aos demais. Alguns modelos de storages permitem utilizar somente discos homologados pelo fabricante. Neste caso, além de ser do mesmo tamanho ou maior, também precisam ser homologados.

Tecnicamente é possível, porém, na prática não é muito recomendado, pois o RPM dos discos serão nivelados pela menor velocidade, que poderá ser de 7.2K RPM ou 10K RPM.

Independentemente da quantidade de discos que serão alocados no array, o sistema utilizará o espaço equivalente a um disco para a paridade, ou seja, para chegarmos no espaço líquido, basta multiplicar a capacidade dos discos pela quantidade de discos subtraindo um.

 

Exemplo | Considerando 5 discos de 3 TB cada, totalizando 15 TB de espaço bruto.

Subtraindo um disco  temos um total de 4 discos de 3 TB, ou seja, 3 TB x 4  = 12 TB

O disco de Hot Spare é um disco sobressalente que fica alocado em um Servidor ou Storage e pode ser do modelo SATA, Nearline, SAS e FC [Fibre Channel]. Esse disco fica em stand-by para entrar em funcionamento até o storage sinalizar uma eventualidade de falha de qualquer um dos discos do Array.

A grande vantagem em utilizar discos de Hot Spare é que assim que um disco apresentar falha, o disco de Hot Spare será acionado automaticamente para substituir o disco com problemas sem a necessidade de intervenção do operador. Em outras palavras, seria como se o seu carro tivesse

Certamente é possível, pois existem técnicas disponíveis para reverter esse tipo de cenário, uma vez que na maioria dos projetos, conseguimos mudar com segurança o status do disco de defunct para online, com o intuito de clonarmos isoladamente o mais rápido possível, os setores atrelados a esse disco problemático.

Sim, é perfeitamente possível fazer essa migração, basta ter um hardware compatível para executar esse processo com segurança. As controladoras precisam ser idênticas para que o array possa ser reconhecido de forma adequada em seu  novo hardware.

Um RAID Degradado é quando um ou mais discos de redundância deixaram de funcionar. Dependendo do tipo do Array isso irá implicar em perda de performance. A forma mais segura de saber se o RAID está degradado é acessando o software de gerenciamento da controladora. Em servidores IBM/Lenovo esse software se chama MegaRAID Storage Manager. Uma outra forma de visualizar também é observar se existe algum led laranja aceso nos discos pertencentes ao array em questão.

A primeira ação a ser feita é entrar em contato com o fabricante ou suporte técnico do seu servidor ou storage. Eles irão direcionar o diagnóstico da melhor forma possível, pois através dos logs coletados, será possível criar um plano de ação coerente e assertivo. Caso não seja possível o restabelecimento do ambiente tanto via fabricante quanto via restore do backup mais atualizado, nós podemos ajudá-los a resolver esse desafio da melhor forma possível.

Por conta das diversas variáveis envolvidas em um projeto de recuperação de dados em ambiente RAID, não é possível saber o valor final sem a realização de uma avaliação detalhada. O objetivo desta avaliação é determinar:

 

  • Nível de complexidade e urgência
  • Possibilidade real de recuperação
  • Tempo para realizar o serviço

Para fazer uma avaliação, por favor, entre em contato conosco pelos nossos canais de atendimento, nos quais estão disponíveis 24x7x365.

Não necessariamente, basta enviar somente os discos. Uma empresa especializada em recuperação de dados em sistemas RAID tem toda a estrutura necessária para realizar o diagnóstico bem como todo o projeto sem a necessidade do servidor ou do storage onde os discos estão sendo utilizados. Para a sua comodidade, caso queira trazer o servidor e o storage/ enclosure, iremos receber da mesma forma e com o maior prazer.

Sim. Em diversas situações é possível recuperar os dados de um servidor ou storage RAID remotamente. Para mais informações sobre essa modalidade de recuperação, por favor, entre em contato conosco pelos nossos canais de atendimento, nos quais estão disponíveis 24x7x365.

A resposta a essa pergunta se resume em 3 palavras: Segurança, Performance e Escalabilidade. Através do Sistema RAID, a leitura e a escrita de dados em discos, pode se tornar extremamente mais rápida, mesmo sem desprezar a segurança e a escalabilidade em termos de espaço em disco, pois dependendo do nível de RAID utilizado, é possível que um servidor continue funcionando normalmente mesmo após 2 (de um total de 5 discos) falharem ao mesmo tempo em decorrência de uma descarga elétrica ou qualquer outro tipo de problema físico. Ambientes RAID são largamente utilizados em servidores de banco de dados de missão crítica que não podem sofrer qualquer tipo de indisponibilidade, ainda que seja de minutos.

O Gerenciador de Volume Lógico LVM (Logical Volume Manager) pode ser recuperado plenamente, pois se trata de uma opção de gestão de volumes lógicos de um disco rígido ou RAID em ambientes operacionais Linux/Unix.

Elaboramos uma lista com base nos vários anos de experiência trabalhando com recuperação de dados em sistemas RAID. Antes de realizar qualquer procedimento para tentar recuperar os dados do seu sistema RAID internamente, pondere essas considerações:

  • Esteja seguro de que os procedimentos a serem realizados não irão tornar a situação pior do que já se encontra.
  • Na maioria dos casos as tentativas realizadas por técnicos não especializados em sistemas RAID complicam ainda mais o processo de recuperação de dados. Fatalmente, algumas destas tentativas, poderão tornar o processo de recuperação dos dados impossível.
  • Verifique se o Backup está atualizado. Caso não tenha backup, antes de realizar qualquer procedimento, a melhor coisa a fazer é procurar ajuda especializada. 
  • Cuidado com procedimento de Rebuild.

Nunca execute o comando Initialize. Esse comando aparentemente inofensivo (inicializar) irá zerar completamente todos os dados existentes no RAID, tornando assim a recuperação dos dados completamente impossível.

Um sistema RAID 1 é um tipo de RAID com 100% de redundância. Isso significa que todas as informações de um disco estão espelhadas ou gravadas em outro disco. Mesmo utilizando dois discos, apenas um volume equivalente a um disco será apresentado para o sistema operacional. Sempre que o usuário fizer alguma alteração no volume o sistema responsável pelo gerenciamento do RAID 1, (seja por software ou hardware) replicará esta alteração automaticamente nos dois discos. Uma vez que eu tenho 2 discos espelhados e exatamente iguais quais as possibilidades de perdas de dados? Embora exista a possibilidade de falha simultânea dos 2 discos, esta possibilidade é muito pequena. A maioria das perdas de dados em RAID 1 que recebemos para recuperação são provenientes de falhas no gerenciamento do RAID. Veja as seguintes situações:

  1. Após 2 anos de utilização contínua de um RAID 1, um dos discos apresenta falhas com problemas de bad block. Devido este disco não estar mais em condições normais de uso, a controladora ou o software de gerenciamento do array irá descartar qualquer tentativa de gravação ou leitura neste disco. O sistema também irá avisar o usuário sobre o problema ocorrido para que o mesmo substitua o disco que apresentou falhas rapidamente. É exatamente aqui onde ocorre boa parte dos problemas. Devido o sistema continuar funcionando normalmente, pois um dos discos ainda está 100% funcional, o usuário acaba não dando atenção para o aviso e continua utilizando a máquina. Seis meses depois o segundo disco apresenta falha. Porém desta vez ao invés de somente apresentar falhas causadas por bad blocks o disco do RAID fica completamente inacessível. Ao tentar resolver o problemas conectando os discos em outro computador ou enviando para uma assistência técnica o único disco que ainda estará acessível será o disco que parou primeiro (6 meses atrás), pois mesmo apresentando bad blocks ainda pode ser possível ter acesso a algumas informações, porém, de 6 meses atrás. 
  2. Devido boa parte dos RAID 1 serem montados em máquinas comuns e sem a infra-estrutura (Enclosure e Controladora RAID) necessária para sistemas RAID, eles ficam muito mais suscetíveis a falhas. Devido a isso, outro problema pode acontecer quando um dos discos apresenta problemas no cabo ou na conexão com a placa mãe. Embora os discos estejam sem qualquer problema, um mau contato no cabo de conexão de um deles interrompe a comunicação. O sistema de gerenciamento do Array emite avisos ao usuário, mas ele não percebe. Como existe a redundância de 100% dos dados em outro disco, a máquina irá continuar funcionando normalmente e sem problemas de performance. Algum tempo depois ao fazer uma manutenção no computador os cabos são desconectados e reorganizados. Nesta manutenção corre-se o risco de religar os HDs em portas diferentes e confundir o sistema. Uma vez que dois discos estão conectados no RAID 1 novamente o sistema irá identificar que eles não são iguais, pois tem bastante tempo que um deles estava desconectado do RAID. Neste momento o sistema irá atualizar as informações de um disco no outro. Como os discos foram ligados em portas diferentes, o sistema pode simplesmente copiar o disco com informações antigas sobre o disco com informações novas. 
  3. Seguindo a mesma linha dos problemas citados anteriormente, quando um dos discos do RAID 1 apresenta falha e o usuário continua utilizando o sistema, existe a possibilidade de perdas de dados se por algum motivo o usuário recriar o array. Ao fazer isso, o sistema irá identificar que o conteúdo dos discos não são exatamente iguais. Neste momento o sistema irá copiar as informações do primeiro disco para o segundo podendo ocorrer a sobreposição de dados.

Ao misturar discos de tamanhos, modelos e fabricantes sempre haverá algum tipo de perda ou desperdício. Devido os discos de um RAID funcionarem como uma linha de montagem, de nada vai adiantar ter um HD super rápido rodando a 15.000 RPM em um RAID com os demais discos rodando a 7.000 RPM. Mesmo que somente um dos discos seja de 7.000 RPM e todos os demais sejam de 15.000 haverá desperdício de performance. A mesma coisa acontece com o tamanho dos discos. Ao montar um RAID considere o seguinte: Todos os discos trabalharão na mesma velocidade do disco mais lento e o espaço utilizado em todos os discos será o espaço disponível no menor disco. Ou seja, se eu tiver apenas um disco de 4 TB funcionando no mesmo array com discos de 10 TB, todos os discos serão considerados pela controladora como se fossem discos de 4 TB. Na maioria das controladoras é possível montar um RAID com discos de fabricantes e modelos diferentes, porém, para evitar desperdício da capacidade e performance é preferível que eles sejam do mesmo tamanho, modelo e fabricante. Em alguns storages, por uma questão de compliance, somente é reconhecido discos homologados pelo fabricante, como por exemplo em storages IBM/Lenovo, HP, Dell/EMC.

Em alguns casos sim. Principalmente quando se tem um ambiente com poucos discos e quando se lembra exatamente as configurações do array. Porém quando se tem storages com inúmeros discos rígidos, rodando com vários volumes, utilizado configurações de RAID diferentes e ainda com discos de Hot Spare, ainda que se tenha tudo isso documentado não será uma tarefa fácil recriar o Array e ele voltar a funcionar. No caso dos RAIDs Virtualizados ou dos vRAID mesmo tendo todas as configurações anotadas a única possibilidade de voltar o Array é através da leitura das configurações contidas nos discos (DAC Store).

Como sabemos que a falha de um disco pode impactar drasticamente tanto na disponibilidade quanto na integridade de dados estratégicos das companhias, o monitoramento 24×7 do estado de saúde dos discos é extremamente importante, pois permite que o disco suspeito seja trocado antes mesmo de falhar efetivamente. O próprio software de gerenciamento da controladora RAID pode ser utilizado para esse tipo de monitoramento preditivo.

PFA é um recurso presente em discos enterprise, no qual permite a sinalização de um possível problema com até 72h de antecedência, permitindo assim, uma ação extremamente preventiva na proteção dos dados.

Dependendo do nível de RAID escolhido, o disco de redundância será o disco responsável por receber a réplica de um determinado disco de origem, inclusive caso algum dado seja deletado na origem, o disco de réplica também irá executar o comando de exclusão, dessa forma, não podemos considerar um disco de redundância como sendo um backup dos dados.

Hot spare é um disco que fica em stand-by até um dos discos principais do array apresentar alguma falha, nesse momento, o disco de hot spare entra em ação fazendo o rebuild dos dados e, consequentemente restabelecendo um nível de segurança aceitável.

Quando se fala em backup dos dados, temos que garantir que além da cópia comum dos dados, é executado também o processo de retenção dos dados modificados e excluídos na origem, para assim, proporcionarmos uma abrangência de restore adequada.