Na área de recuperação de dados estamos acostumados a lidar com várias situações de perda de dados atrelados a esse tipo de tecnologia, não por erro da aplicação (o que não exclui essa possibilidade) mas por erro humano. O uso indevido ou por falta de experiência, pode tornar a tarefa de gerenciar os snapshots uma missão crítica e quase sempre o cenário de perdas de dados é quase certa.

O que é snapshot?

Um erro comum é o entendimento do que é o snapshot e boa parte dos casos que recebemos para recuperar os dados carregam em si esse erro. Qual erro? Achar que o snapshot é um backup… AFIRMAMOS COM TODAS AS LETRAS: NÃO É

O snapshot é uma espécie de congelamento da máquina virtual principal e criação de uma nova máquina atrelada a essa principal sem usá-la consequentemente. Os novos dados são gravados nessa espécie de backup não consumindo o espaço e a performance da máquina principal.

Imagine o seguinte cenário: Você tem uma aplicação rodando na máquina virtual principal e precisa de disponibilidade de funcionamento sem interrupções, porém o volume de dados não foi bem calculado inicialmente. Nesse caso, o snapshot é uma baita ferramenta para receber esses novos dados da máquina principal.

Existem algumas recomendações de boas práticas para o processo de consolidação desses novos dados:

 

  • E recomendado utilizar o snapshot por 72hs, após isso é necessário consolidar os dados na máquina virtual principal.
  • Não permita que o snapshot tenha um tamanho grande. Quanto maior, mais demorado o processo de consolidação dos dados. Temos percebido que o processo de consolidação em ambientes de alta disponibilidade dados se tornam difíceis de lidar.
  • Não tenha mais que 3 snapshots.

 

Quais são as extensões dos principais snapshots?

Vmware: Delta

Microsoft: AVHD, AVHDX